A Batalha do Apocalipse

A Batalha do Apocalipse

by Eduardo Spohr

Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo.

Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedon, o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval.

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What ruined the book for me was the excessive use of words that are not very common. The book ends up sounding awfully artificial with the mixture of what was supposed to be a formal ancient form of communication and the way young people speak nowadays. Ablon, when telling his story, seems to keep repeating things like "what I have seen with my absolutely awesome-better-than-your eyes" or "when I executed that super powerful move that no human can match" and things similar to that. Not a bad book overall, but I found it somewhat dull and boring.

Fiquei chateado no primeiro contato, com essa nova forma de dar vários nomes a um mesmo personagem/objeto, mas depois me acostumei. No fim, cada jornada é uma história dentro da história principal, mas todas sempre te deixando viciado para continuar a ler.

Um livro interessante a priori, sua premissa flerta com a ideia de uma releitura das mitologias, algo que falta na fantasia, tão cheia de autores determinados a criar os universos mais mirabolantes, contudo, a riqueza presente nas já existentes lendas terrestres é um mundo novo a se explorar. No começo do livro, quando Lúcifer entrega a chave mágica ao anjo e este se pergunta a razão do Diabo ter acesso às portas do céu, li o final ali mesmo. Ablon duela com Miguel, e como esperado o anjo renegado é massacrado pelo senhor dos Serafins. Para se ter um final ambíguo; agridoce, como diria George Martin, é necessário que no mínimo haja mais de uma perspectiva da mesma história.

Descrevo abaixo algumas considerações sobre o livro: Nomenclatura e Redundância Gostei da variabilidade dos nomes dos personagens, uma forma interessante de evitar redundância no texto, principalmente nos diálogos onde o autor, geralmente, indica o emissor/receptor da comunicação. Achei cansativo o modo como Spohr utilizou a alternância entre presente e passado, mas entendo que uma narrativa linear não seria necessariamente melhor. Universo Spohr Eu particularmente não vejo Spohr como o "Tolkien brasileiro", uma vez que o universo criado pelo mesmo partiu de muita coisa abordada extensivamente no passado (para quem já viu Anjos Rebeldes sabe do que estou falando) ou que existe na realidade.

Como última loucura do autor (apesar de existirem outras) temos o fato de um grupo de anjos que se revoltaram e fracassaram por completo são considerados simbolo de resistência, sério a revolução do Lúcifer foi milhões de vezes mais efetiva, os renegados não eram nem uma pedra no sapato do Miguel e se não fosse pelo fato dele e do lúcifer serem muito estúpidos para viver eles teriam matado o nosso 'herói' logo no começo. 2: Outra coisa estranho é o autor descrever uma imensa tensão sexual entre personagens que não chegam a se beijar, sério ficou ridículo.

But after you get a little feeling with the book, it gets better. The story sometimes switches time and date, that is confusing in the beginning, but trust me it will get better. Some flashbacks i actually like better than the main story ;) It has a bible background, but don't worry if you have different believes or don't know the bible all that well. Even Ablon the main character, i think he's a nice guy, Shamira seems like a nice girl too.

Também senti que os flashbacks foram mais uma forma de preencher páginas do que realmente mostrar a relação de Ablon e Shamira e as dificuldades que ambos enfrentaram. Talvez eu esteja sendo muito crítico, mas também não gostei muito da forma exageradamente dramática do autor.